True Blood encerrou seus episódios esse mês, na sétima temporada, com o total de 7 anos de série.
Impossível não se apegar a alguns personagens.
Sinopse: Numa nova era de evolução científica, os vampiros conseguiram deixar de ser monstros lendários para se tornarem cidadãos comuns. Essa mudança, que aconteceu do dia para a noite, deve-se a cientistas japoneses, que inventaram um sangue sintético, fazendo com que os humanos deixassem de ser o seu prato principal. Já os humanos ainda não se sentem totalmente seguros convivendo lado a lado com toda a legião de vampiros que está saindo de seus caixões. Ao redor do mundo, cada um escolheu o seu lado a favor ou contra essa revolução, mas numa pequena cidade de Lousiana, as pessoas ainda estão formando a sua opinião. Sookie, garçonete de um pequena lanchonete, tem o poder de ouvir os pensamentos das pessoas e não vê problemas na integração desses novos membros à sociedade, principalmente quando se trata de Bill Compton, um atraente vampiro de 173 anos de idade. Mas ela pode vir a mudar de opinião, à medida que desvenda os mistérios que envolvem a chegada de Bill em sua cidade.O início
Logo no começo da história nós já damos de cara com Sookie Stackhouse, uma garçonete telepata. Nascida e criada na cidade de Bontemps, é normal que todos conheçam a jovem senhorita Stackhouse e suas bizarrices, porém há coisas mais preocupantes para todos eles no momento. A recente revelação da existência dos Vampiros causa choques sem medidas em toda sociedade. Enquanto uns os defendem, outros os acusam e caçam, e entre tudo isso, um vampiro mal encarado - porém lindo como só - adentra o famoso bar/lanchonete Merllot's fazendo com que Sookie se apaixone à primeira vista. Por que? Pelo mesmo motivo que levou o famoso vampiro Edward Cullen se apaixonar pela doce e patética Bella Swan; Sokkie não pode ler seus pensamentos!
Meio
Wow, a história começa a tomar rumos inesperados, surge então o vampiro Eric Northman (o meu preferido, diga-se de passagem) e sua "cria" Pam. Tudo vai acontecendo meio lento, meio depressa, até que... "Surprise!" A série já não é mais uma série de vampiros... Pode parecer decepcionante ao primeiro olhar. Sookie descobre que na verdade, é uma meio-fada da linhagem real das fadas, e toda a história começa a mudar. Chega a um ponto absurdo onde existem homens-panteras, metamorfos e só faltam os Aliens! Sim, até deuses e demônios se tornam reais nesta série. Confesso que cheguei a perder a paciência com a série algumas vezes, mas admito, ela sempre acabava me surpreendendo.
A série se tornou um fenômeno mundial, novos personagens surgiam como poeira, e Sookie estava cada vez mais indecisa entre seus amores sobrenaturais e todas as mudanças no mundo e em sua vida.
Ao decorrer da história, confesso que festejei a morte de uns e chorei com as mortes de outros, me emocione muitas vezes e me revoltei várias outras.
O que mais me fascinou, no entanto, não foi a história ou o universo, mas a evolução dos personagens com o passar do tempo. Vemos pessoas boas tornarem-se ruins, e logo voltarem a ser boas, outras ruins que se tornam boas apenas por conveniência, e toda a passagem do tempo é notada de forma a não se contrariar.
O fim
Assisti ao fim da série com os olhos cheios de lágrima. Era como voltar no tempo, o que um dia foi um drama vampiresco e APENAS vampiresco, voltou a surgir das cinzas. Sem mais bagunças entre raças, apenas um vírus entre os seres imortais e uma aflição entre os pobres humanos. Sem dúvidas, a última temporada foi uma das mais emocionantes, surpreendentes e tristes. Muitas mortes, reencontros, muita loucura e muito amor... Tudo isso misturado à simples base da história: os vampiros.
Fiquei de certa forma satisfeita com o fim da série, mesmo que alguns aqui e ali tenham chovido críticas.
É uma série que recomendo, e deixo com vocês, a melhor abertura de séries dos últimos 7 anos! rs

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