Andando pelas ruas percebi algo de diferente. As cores vermelho e verde sobressaíam em todo canto. Passei por lojas que mal se cabia mais uma pessoa, outras fechavam as portas. Foi quando percebi que alguém na multidão estava usando um gorro de papai noel.
É natal, e eu nem percebi que essa data já chegou. A data da comemoração da união da família, o nascimento de Jesus, e as boas vendas. Presentes, comida, amigos e risadas. Famílias que oram, famílias que brindam, não importa se são brancos ou negros, gordos ou magros, nessa data tão especial todos são um.
Embora não tenha a família perfeita, também aproveito este natal ao lado das pessoas que amo. Agradeço ao ser divino que nos fez por tal feito, e por ter passado mais um ano perto dos que importam para mim.
Desejo a todos um feliz natal, e rezo pelas famílias que por algum motivo ou circunstancia adversa não pode se reunir, rezo por aqueles que não tem suas mesas fartas e por aqueles que não tem um teto onde se abrigar e fazer suas preces.
Hoje é uma data especial, mas muito mais que isso, hoje é o dia de aproveitar a união e as alegrias que apenas os mais próximos podem nos proporcionar.
Posso ser enrolada para falar do tipo de coisa, mas ainda assim, espero que tenham um ótimo natal.
E isso é tudo...
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25 de dez. de 2013
17 de dez. de 2013
Até que se chegue à Utopia
O sábio, parado de frente à dois rostos ansiosos, coçou a longa barba branca.
- Precisamos mudar as coisas, Sábio! - Dizia a menina de longas tranças ruivas.
- Sim! E você sabe disso, então nos ajude! - O menino resmungou com um tom de agitação entre os dentes.
O sábio deu meia volta, pôs o óculos e indicou que as crianças se sentassem.
Os dias eram difíceis. Os impostos aumentavam a cada semana, as pessoas matavam e morriam por pouca coisa, a cidade estava um caos. O rei já não parecia se preocupar com a província, que há muito esquecida agora também já não tinha mais o que o fizesse orgulhar-se. As crianças não frequentavam escolas ou campos de treinamento, nenhuma delas. Os adultos roubavam para salvar seus filhos e suas vidas, assim acabavam apenas por perdê-las. O pobre sábio já sabia de todos aqueles fatos e estava realmente tocado com a ação daquelas duas crianças em sua frente. Mas se encontrava agora em um dilema.
- E se as coisas devessem ser assim? - Indagou o sábio.
Olhinhos arregalados o contemplavam com certo receio e hesitação.
- Existe uma flor, no alto da colina ao sul. Seu nome é Utopia. Muitos viajantes e aventureiros já se arriscaram a pegá-la, porém nenhum deles foi bem sucedido.
As crianças ouviam atentamente ao sábio que prosseguia em sua história...
- Um dos cavalheiros que tentou, caiu no Desejo que fica bem na saída da floresta contrária ao caminho para a capital. Desejo é um lago encantado, feito de areia movediça, que atrai quem por ali passa e soterra quem ali fica.
As crianças arregalaram os olhos, mas logo voltaram a expressão de curiosidade.
- Um outro, porém, foi um pouco mais longe. Mas infelizmente se perdeu na Floresta dos Sonhos. Que fica logo após do lago Desejo. A Floresta dos Sonhos é conhecida por fazer pessoas realizarem seus sonhos.
As crianças sorriram.
- Mas não se enganem! Tudo não passa de mentira! As pessoas não realizam de fato seus sonhos, elas apenas permanecem em um sono pesado até que achem que realizaram seus sonhos e então... - O sábio calou-se, vendo a expressão de horror no rosto das crianças.
Então continuou.
- Um pouco após, um aventureiro decidiu regressar, quando viu o tamanho do Vale do Sofrimento. E um que resolveu passar por lá, perdeu sua sanidade no Caminho da Força-de-Vontade. Dizem que esses dois lugares são os mais complicados de se passar à caminho da colina ao sul.
As crianças já começavam a pensar melhor.
- Um que foi foi além, deparou-se com a Senhorita Indagação, que o fez três perguntas para o deixar atravessar a ponte da Ilusão. Mas ela, crianças, é apenas uma farsante. Faz perguntas fáceis de responder, mas requer respostas elaboradamente mentirosas! E a ponte da Ilusão é quase um labirinto... O moço caiu.
A menina roía as unhas enquanto o garoto coçava o braço, nervoso.
- Um dia, um nobre e astuto aventureiro conseguiu chegar até a colina ao sul.
Os olhos das crianças brilharam mais uma vez.
- Assim como vocês, ele queria trazer a paz à sua cidade natal. E assim, achou a flor Utopia. Porém, alguns anos depois, resolveu que levaria de volta a flor ao seu local. Pois não podia suportar os efeitos colaterais da planta que tranquilizou e pacificou tão perfeitamente sua cidadezinha.
Inconformadas, as crianças perguntaram em uníssono:
- Mas como assim efeitos colaterais?
O sábio sorriu.
- Vocês são novos demais para entender, mas quando se trata de paz absoluta ou felizes para sempre, trata-se de nada mais. Trata-se do fim. As coisas começaram a ficar tão iguais e tão normais que todos deixaram a cidade em busca de algo que faltará a todos. Pois este é o destino da flor Utopia, estar sozinha em um lugar silencioso e solitário.
As crianças fizeram uma expressão azeda.
- Mas vocês podem ir até lá e trazê-la para cá. Digo porém que, até que se chegue à Utopia terão que enfrentar seus medos e desejos, terão que enfrentar seu destino e aceitar o que vier. Mas em não mais que alguns anos, cansaram da vida que um dia tanto desejaram.
Satisfeitas as crianças voltaram para casa. Contaram aos seus pais o que o mago havia dito, deitaram em suas camas e refletiram.
O mago, por outro lado, passou a noite acordado. Pensando se não teria feito melhor se nada tivesse inventado e aos meninos tivesse deixado a dádiva da esperança.
14 de dez. de 2013
A carta
Antes de mais nada, gostaria de deixar aqui expressos meus mais profundos medos, angústias e sofrimentos. E gostaria de lhe deixar bem claro que, você nunca me conheceu e nunca me conhecerá.
Conheci a verdadeira face da vida quando ainda era muito nova, conheci as dificuldades de estar viva quando ainda era uma criança. E nada daquilo me abateu por completo. A vida não é o tipo de veneno que mata em segundos, ela é do tipo que passa milhares de vezes por todo seu corpo fazendo com que cada célula se arrependa de existir até que a dor lhe consuma e você ceda... Então você não é mais um bom hospedeiro, e a vida é a última a lhe deixar. Mas ela lhe deixa.
Conheci pessoas de todos os tipos; baixas, altas, gordas, magras, brancas, pretas, amarelas, carecas, cabeludas, estranhas, normais, quietas, agitadas, vingativas, vítimas, fortes, fracas, psicopatas, indiferentes... Conheci tipos o bastante para entender que todas são a mesma coisa. Todas tem o mesmo perfil, o mesmo esqueleto, os mesmos componentes foram calculadamente utilizados por um ser divino na criação do corpo humano. Até mesmo os deficientes o tinham a todos.
Descobri, ainda adolescente, o efeito de cada droga. E também a consequência. O gosto de cada bebida, e também o que elas causavam a cada gole.
De tudo que vivi e morri, não me arrependo de uma única coisa, apenas de ter um dia me apegado.
Apeguei-me às pessoas, mesmo sabendo que era errado. E este é meu único arrependimento.
Elas me deixaram, me esqueceram, fui descartado. Milhares de vezes, por milhares de motivos, eu nunca fui bom o suficiente. Elas me humilharam. Julgaram-me. Culparam-me. Fizeram de mim um ser desprezível e mentiroso. Um ser indiferente, arrogante, altivo, deslocado. E então voltaram para ver sua criação, não diferente de Frankstein, precisavam matar a coisa que criaram com sua própria ganância e boas intenções.
E como a coisa, lá estava eu, pronto a perdoá-los... Chorando por suas mortes...
Maldito eu, maldito o que me tornei.
Vida, dinheiro, bebida, drogas, religião, nada disso foi o motivo de meu fim. Pessoas, elas foram o meu fundo do poço. Minha última gota. Meu último suspiro. E não por quem eram, mas por perceber que enquanto vivesse, também seria eu como todos os outros humanos.
Agora provavelmente estarei em paz, como um espirito livre ou apenas uma lembrança vaga na mente de quem um dia me viu por algum dos meus muitos ângulos. Apenas agradeço... Que o veneno finalmente tenha chegado ao fim.
Conheci a verdadeira face da vida quando ainda era muito nova, conheci as dificuldades de estar viva quando ainda era uma criança. E nada daquilo me abateu por completo. A vida não é o tipo de veneno que mata em segundos, ela é do tipo que passa milhares de vezes por todo seu corpo fazendo com que cada célula se arrependa de existir até que a dor lhe consuma e você ceda... Então você não é mais um bom hospedeiro, e a vida é a última a lhe deixar. Mas ela lhe deixa.
Conheci pessoas de todos os tipos; baixas, altas, gordas, magras, brancas, pretas, amarelas, carecas, cabeludas, estranhas, normais, quietas, agitadas, vingativas, vítimas, fortes, fracas, psicopatas, indiferentes... Conheci tipos o bastante para entender que todas são a mesma coisa. Todas tem o mesmo perfil, o mesmo esqueleto, os mesmos componentes foram calculadamente utilizados por um ser divino na criação do corpo humano. Até mesmo os deficientes o tinham a todos.
Descobri, ainda adolescente, o efeito de cada droga. E também a consequência. O gosto de cada bebida, e também o que elas causavam a cada gole.
De tudo que vivi e morri, não me arrependo de uma única coisa, apenas de ter um dia me apegado.
Apeguei-me às pessoas, mesmo sabendo que era errado. E este é meu único arrependimento.
Elas me deixaram, me esqueceram, fui descartado. Milhares de vezes, por milhares de motivos, eu nunca fui bom o suficiente. Elas me humilharam. Julgaram-me. Culparam-me. Fizeram de mim um ser desprezível e mentiroso. Um ser indiferente, arrogante, altivo, deslocado. E então voltaram para ver sua criação, não diferente de Frankstein, precisavam matar a coisa que criaram com sua própria ganância e boas intenções.
E como a coisa, lá estava eu, pronto a perdoá-los... Chorando por suas mortes...
Maldito eu, maldito o que me tornei.
Vida, dinheiro, bebida, drogas, religião, nada disso foi o motivo de meu fim. Pessoas, elas foram o meu fundo do poço. Minha última gota. Meu último suspiro. E não por quem eram, mas por perceber que enquanto vivesse, também seria eu como todos os outros humanos.
Agora provavelmente estarei em paz, como um espirito livre ou apenas uma lembrança vaga na mente de quem um dia me viu por algum dos meus muitos ângulos. Apenas agradeço... Que o veneno finalmente tenha chegado ao fim.
8 de dez. de 2013
Free - dom
Olhava para o céu ouvindo o som das ondas quebrando em pedras, tinha suas vantagens morar naquele lugar. Do alto da torre podia olhar o horizonte e as coisas por um ângulo que ninguém jamais poderia se quer imaginar. E era por isso que parava todas as manhãs na janela antes mesmo de tomar café. Via o sol surgir e os pássaros voarem de seus ninhos nas árvores ao longe. Via a maré, as ondas, o mar sem fim. Algumas casas em uma vila à direita, alguns animais na floresta à esquerda. Então seguia para a cozinha.
Nunca pensou em como seria viver fora dali, embora imaginasse sempre como eram os que viviam na vila que sempre via estar da mesma forma.
Um dia chegou a se perguntar por que não ir até lá... Mas deixou para lá e seguiu para a janela para ver as estrelas lá no alto.
Vivia para isso, ver o céu, o mar, a floresta, a rotina da vila, as pessoas, a vida passar... E se sentia bem. Até que certo dia um jovem bateu à sua porta.
- Vim lhe dar liberdade! - Dizia ele.
Imaginou o que seria "liberdade".
- O que é isso? - Perguntou com seu tom de sempre, porém o rapaz não soube responder.
- Venha comigo! Não precisa mais ficar presa aqui. - Disse ele, ignorando a pergunta e expressão da moça.
Saíram da torre, ambos com estranhas e diferentes sensações.
Sentiu a grama molhada sob seus pés descalços e o cheiro de madeira. Uma borboleta pousou em seu ombro, a encantou.
Os dias se passaram, se tornaram meses e anos. O casamento foi lindo, embora para ela não fizesse tanto sentido.
Então um dia, após pensar por horas, ela decidiu voltar à torre.
- Vamos, eu lhe darei liberdade!
- Como vai me dar liberdade no topo de uma torre?
- Você verá... E sentirá... E só então perceberá o real significado de liberdade. - Disse com seu sorriso mais simples e encantador na face.
2 de dez. de 2013
Livros que nunca comentei
Decidi comentar pequenas coisas sobre livros que percebi que li, gostei, mas nunca cheguei a falar com ninguém sobre eles. Aí vai a listinha e seus comentários:
O sonho de Eva - O livro mais alucinantemente real que já li. Sem dúvidas um assunto que um dia terá seu espaço nas manchetes de jornal, o livro fala sobre os sonhos, a influencia que eles tem e como podem ser usados. Tem uma história simples, mas escrita de forma genial!
A hospedeira - Com esse, Stephenie Meyer recuperou os créditos que perdera comigo. Magnífica ficção futurística! Falando a verdade, nunca me interessei tanto por aliens! O que mais me encanta no livro, porém, são as metáforas. Se você já leu e anda não as viu, tente ler novamente. Há mais palavras sendo ditas entre as linhas do que elas mesmas querem dizer.
A culpa é das estrelas - Um dos muitos livros que me fez chorar, um dos poucos que me fez pensar na vida, o único que me fez pensar na morte. Gosto de livros fictícios, gosto de ação, suspense, romance, terror, tragédia... Mas quando algo tão esplêndido é escrito assim, sem aliens ou cowboys, precisamos ler sem se importar com o gênero. Foi uma das experiências únicas que tive com livros do tipo... E recomendo a todos.
O diário de Anne Frank - Sabe quando não se tem muito o que dizer? Ou quando se acha que palavra nenhuma será suficiente? Essa menina que não fez faculdade de literatura ou letras, que apenas foi real com todos e consigo mesma e que nunca desistiu, me inspirou de tamanha forma que a admiro mais admiro Shakespeare ou Robert Frost. Imaginei cada momento, sofri com ela a cada segundo triste, chorei... Sim, eu chorei. Há vários tipos de lições, mas as que Anne me ensinou, jamais serão esquecidas ou até mesmo descartadas.
Teorema Katherine - Deus! Como me identifiquei com o Colin! Chega a ser cômico... O tio João Verde se saiu perfeitamente bem mais uma vez! Ri tanto, por dias, até mesmo semanas após ler o livro. E ainda assim, entendo o quão sério era cada uma daquelas palavras. Tenho uma amiga bem parecida com Hassan...
Lua Azul - Uma história de amor bem contada. Mais ficção, mas dessa vez menos científica e mais mágica... Se bem que alquimistas são nada mais que químicos não é? De toda a série, esse foi meu livro preferido.
Existem mais alguns livros na lista, mas por hora vou deixar aqui apenas esses comentários.
Indico todos eles pra quem estiver sem o que ler, é só escolher um!
O sonho de Eva - O livro mais alucinantemente real que já li. Sem dúvidas um assunto que um dia terá seu espaço nas manchetes de jornal, o livro fala sobre os sonhos, a influencia que eles tem e como podem ser usados. Tem uma história simples, mas escrita de forma genial!
A hospedeira - Com esse, Stephenie Meyer recuperou os créditos que perdera comigo. Magnífica ficção futurística! Falando a verdade, nunca me interessei tanto por aliens! O que mais me encanta no livro, porém, são as metáforas. Se você já leu e anda não as viu, tente ler novamente. Há mais palavras sendo ditas entre as linhas do que elas mesmas querem dizer.
A culpa é das estrelas - Um dos muitos livros que me fez chorar, um dos poucos que me fez pensar na vida, o único que me fez pensar na morte. Gosto de livros fictícios, gosto de ação, suspense, romance, terror, tragédia... Mas quando algo tão esplêndido é escrito assim, sem aliens ou cowboys, precisamos ler sem se importar com o gênero. Foi uma das experiências únicas que tive com livros do tipo... E recomendo a todos.
O diário de Anne Frank - Sabe quando não se tem muito o que dizer? Ou quando se acha que palavra nenhuma será suficiente? Essa menina que não fez faculdade de literatura ou letras, que apenas foi real com todos e consigo mesma e que nunca desistiu, me inspirou de tamanha forma que a admiro mais admiro Shakespeare ou Robert Frost. Imaginei cada momento, sofri com ela a cada segundo triste, chorei... Sim, eu chorei. Há vários tipos de lições, mas as que Anne me ensinou, jamais serão esquecidas ou até mesmo descartadas.
Teorema Katherine - Deus! Como me identifiquei com o Colin! Chega a ser cômico... O tio João Verde se saiu perfeitamente bem mais uma vez! Ri tanto, por dias, até mesmo semanas após ler o livro. E ainda assim, entendo o quão sério era cada uma daquelas palavras. Tenho uma amiga bem parecida com Hassan...
Lua Azul - Uma história de amor bem contada. Mais ficção, mas dessa vez menos científica e mais mágica... Se bem que alquimistas são nada mais que químicos não é? De toda a série, esse foi meu livro preferido.
Existem mais alguns livros na lista, mas por hora vou deixar aqui apenas esses comentários.
Indico todos eles pra quem estiver sem o que ler, é só escolher um!
1 de dez. de 2013
Coisas de sempre
São coisas da rotina, coisas da vida, coisas de nós dois essas que nunca se vão e sempre se repetem. As mesmas coisas que passamos há tanto tempo atrás, viveremos novamente no futuro, são essas coisas de sempre.
O que vimos desde o começo, e que veremos até o fim. Esse tipo de coisa boba como caretas, mimos e choros. São essas coisas de sempre, que ficarão eternamente, até que não reste mais gente além da gente para ver tais coisas de sempre.
O que ouvimos desde aquele dia quando decidimos nos falar com voz viva por viva voz, coisas idiotas e piadas sem noção, que fizeram rir, até quase chorar e cair no chão. São coisas de sempre, piadas e travalínguas que sempre voltarão, que até podemos esquecer, mas nunca se irão. Palavras doces e suaves que sempre ecoarão em uma ressonância das nossas almas, elas sempre irão e virão.
Aquelas coisas que dissemos e que nos assombraram para sempre, uma série de arrependimentos ditos e não retirados. Orgulho em formato de vento, do tipo que não pode ser quebrado. Esse tipo de coisa de sempre, é do tipo que prefiro não lembrar.
Claro que das coisas que fizemos, muitas ainda fazemos, e tantas outras continuaremos a fazer, como as receitas da vovó em dia de chuva ou o ensaio de valsa sem música, coisas de sempre, que duraram uma eternidade, que permanecerão até o fim.
Só me pergunto se entre essas coisas de sempre, novas coisas nunca irão aparecer. Mas sigo feliz ao teu lado como sempre, e espero como sempre continuar assim... Vivendo das coisas de sempre.
Because man, changes suck!
O que vimos desde o começo, e que veremos até o fim. Esse tipo de coisa boba como caretas, mimos e choros. São essas coisas de sempre, que ficarão eternamente, até que não reste mais gente além da gente para ver tais coisas de sempre.
O que ouvimos desde aquele dia quando decidimos nos falar com voz viva por viva voz, coisas idiotas e piadas sem noção, que fizeram rir, até quase chorar e cair no chão. São coisas de sempre, piadas e travalínguas que sempre voltarão, que até podemos esquecer, mas nunca se irão. Palavras doces e suaves que sempre ecoarão em uma ressonância das nossas almas, elas sempre irão e virão.
Aquelas coisas que dissemos e que nos assombraram para sempre, uma série de arrependimentos ditos e não retirados. Orgulho em formato de vento, do tipo que não pode ser quebrado. Esse tipo de coisa de sempre, é do tipo que prefiro não lembrar.
Claro que das coisas que fizemos, muitas ainda fazemos, e tantas outras continuaremos a fazer, como as receitas da vovó em dia de chuva ou o ensaio de valsa sem música, coisas de sempre, que duraram uma eternidade, que permanecerão até o fim.
Só me pergunto se entre essas coisas de sempre, novas coisas nunca irão aparecer. Mas sigo feliz ao teu lado como sempre, e espero como sempre continuar assim... Vivendo das coisas de sempre.
Because man, changes suck!
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